Editar várias notas de uma vez antes de emitir
Rascunhos podem ser editados em bloco: aplicar o mesmo código, a mesma descrição ou a mesma competência a dezenas de linhas selecionadas.
Guias, referências de API e boas práticas para monitorar, automatizar e conciliar cada nota que entra e sai da sua operação.
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Rascunhos podem ser editados em bloco: aplicar o mesmo código, a mesma descrição ou a mesma competência a dezenas de linhas selecionadas.
Um modelo guarda descrição, código de serviço e competência padrão e aplica tudo de uma vez sobre as linhas selecionadas. Veja quando vale criar um.
Dá para copiar um bloco de células do Excel e colar na grade de emissão. Veja como a colagem se posiciona e o cuidado com a ordem das colunas.
A grade é uma planilha dentro da plataforma: várias linhas, navegação por teclado e colar do Excel, sem gerar nem enviar arquivo nenhum.
Duas linhas idênticas na planilha viram duas notas. Entenda por que é assim, quando a duplicidade é legítima e como conferir antes de emitir.
Quem emite para vários CNPJs precisa decidir como separar os lotes. Veja por que a empresa emissora define o recorte e como isso organiza o fechamento.
Os três formatos funcionam na emissão por planilha, mas não são equivalentes. Veja as diferenças práticas, principalmente em acentuação e valores.
Quando parte do lote é rejeitada, não se refaz tudo. Veja como isolar as notas recusadas, corrigir o motivo e reenviar apenas elas.
Medimos uma planilha real de 5.000 notas do início ao fim. Veja o tempo, o que acontece em paralelo e onde está o gargalo real da emissão em massa.
Endereço do tomador é condicional na planilha de NFS-e: exigido quando não há como obtê-lo. Veja quando preencher e o que é completado automaticamente.
O código de serviço pode ficar fixo no cadastro da empresa ou variar por linha da planilha. Veja qual escolher conforme o seu tipo de operação.
Quando o ISS é retido pelo tomador, a nota precisa dizer isso. Veja como marcar a retenção na planilha e o que muda no valor líquido.
A descrição pode vir do cadastro da empresa, de um modelo aplicado em massa ou da própria planilha, linha a linha. Veja qual usar em cada situação.
Competência é o mês a que o serviço se refere, e não a data em que a nota é emitida. Veja quando informar na planilha e o que acontece se ficar em branco.
Vírgula decimal, ponto de milhar, símbolo de moeda e célula formatada como número: veja o que a coluna de valor aceita e onde mora a armadilha.
Dá para misturar tomadores pessoa física e pessoa jurídica no mesmo lote de NFS-e. Veja o que muda em cada caso e quais colunas passam a ser exigidas.
Quando a conferência aponta erro em linhas específicas, dá para corrigir direto na tela e emitir só o que faltava, sem gerar a planilha de novo.
Antes de qualquer nota sair, a planilha inteira é conferida linha a linha. Entenda o que é validado, o que vira erro e por que essa etapa existe.
Em vez de mandar um template para você preencher de novo, a conferência reconhece a planilha que sua empresa já produz. Veja como isso funciona na prática.
Só duas colunas são obrigatórias para emitir NFS-e por planilha: CPF/CNPJ do tomador e valor. Veja o que é condicional, o que é opcional e por quê.
A partir de 2027, dois fornecedores igualmente optantes pelo Simples podem gerar notas diferentes em CBS e IBS. O que isso significa para quem recebe e confere esses documentos.
A diferença entre manter CBS e IBS na guia única do Simples e recolhê-los pelo regime regular, o que muda no cálculo da receita bruta e o que pesa na decisão.
Até 30 de outubro de 2026 (prazo prorrogado pela Resolução CGSN nº 194/2026), empresas do Simples decidem se pagam CBS e IBS na guia única ou pelo regime regular a partir de janeiro de 2027. Quem precisa decidir, o que acontece com quem não decide e como cancelar.
Respostas rápidas sobre Manifestação do Destinatário, papéis do CT-e, status da NF-e, CNPJ alfanumérico e IBS/CBS.
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