Rejeição em lote: reenviar só as linhas que falharam
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Lote grande quase sempre tem alguma recusa: um tomador com cadastro irregular, um código que aquele município não administra, uma retenção que não fecha. O que separa um sistema utilizável de um insuportável é o que acontece depois.
As notas rejeitadas continuam identificadas
Cada nota guarda o motivo da recusa junto dela, com o texto que o destino fiscal devolveu. Você filtra pelas que falharam, lê o motivo e corrige — sem precisar cruzar com a planilha original para descobrir qual linha era qual.
Corrigir e reenviar
Depois de ajustar o que causou a recusa, o reenvio vale só para as notas selecionadas. As que já foram autorizadas não são tocadas, e não há risco de emitir duas vezes a mesma nota.
Falha técnica é diferente de rejeição
Rejeição é o destino fiscal dizendo que a nota tem algo errado. Falha técnica é a comunicação não ter concluído — e nesse caso a nota pode ter sido criada do outro lado sem a resposta ter chegado. Por isso esse caso tem tratamento próprio, de consulta antes de qualquer reenvio, para não duplicar documento fiscal.
Perguntas frequentes
Reenviar pode gerar nota duplicada?
Não no caso de rejeição, porque nota rejeitada não existe do outro lado. Em falha técnica, a consulta ao destino acontece antes de qualquer reenvio justamente para evitar duplicidade.
Posso exportar só as rejeitadas para conferir com o cliente?
Pode. A exportação do lote sai em XML, CSV e XLSX, e o relatório traz status e mensagem por linha.
Notas rejeitadas contam na cobrança?
O que é cobrado é documento fiscal efetivamente emitido. Recusa não gera documento.