Simples Nacional e a NFS-e de padrão nacional
· 4 min de leitura
Empresas do Simples Nacional também emitem NFS-e no padrão nacional. O que muda em relação ao regime normal não é o documento em si, mas alguns campos tributários que precisam refletir a condição de optante.
O que precisa estar correto na emissão
- A indicação do regime tributário da empresa.
- O tratamento do ISS, que no Simples segue a guia unificada.
- Campos de regime especial, quando o município exigir.
- A alíquota aplicável quando houver retenção pelo tomador.
Por que a obrigatoriedade avança
O cronograma de obrigatoriedade do Emissor Nacional alcança progressivamente diferentes grupos de contribuintes, incluindo optantes do Simples. Como as datas passam por regulamentação, vale acompanhar em fonte oficial em vez de assumir prazo fixo.
Perguntas frequentes
Preciso de certificado digital sendo do Simples?
Para emissão manual em portal, nem sempre. Para integração automatizada por sistema, sim: a autenticação nos ambientes nacionais depende de certificado.
Emitir pelo padrão nacional muda meu imposto?
Não. O padrão nacional é o formato do documento, não o regime de tributação. O que a empresa paga continua definido pelo Simples.
Veja também como funciona o ISS no Simples Nacional.
A partir de 1º de novembro de 2026 a emissão pelo padrão nacional passa a ser obrigatória para ME e EPP do Simples. O que muda e como se preparar: o guia da NFS-e Nacional no Simples.
Emita o lote inteiro de uma vez
Mande a planilha do jeito que você já usa, ou preencha na tela: a Sudrel emite até 5.000 NFS-e por arquivo. Teste grátis, sem cartão.
Emitir NFS-e em lote