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Emissão de NFS-ePrimeiros passosConfiguração

Primeira NFS-e: o passo a passo do zero

· 6 min de leitura

A primeira nota é a que dá mais trabalho, e quase sempre por motivos que não têm nada a ver com emitir: falta um dado de cadastro, o certificado não foi enviado, ou o município não aceita o caminho que você escolheu.

1. Certificado digital A1 da empresa

A nota é assinada pelo certificado do prestador. Sem certificado ativo, não há emissão. Veja certificado A1 ou A3, qual escolher.

2. Configuração fiscal da empresa emissora

Regime tributário, código de serviço padrão, descrição padrão e alíquotas que se repetem. É o que permite a planilha ter duas colunas em vez de doze. Veja configuração fiscal da empresa emissora.

3. Conferir o município

Nem todo município emite pelo padrão nacional; parte ainda emite pelo sistema próprio da prefeitura. Essa conferência define o caminho da emissão e é melhor fazer antes. Veja como saber se o município usa o Ambiente Nacional.

Essa é a etapa mais pulada e a que mais custa: descobrir que o município não está no padrão nacional depois de preparar tudo significa refazer o plano de integração.

4. Emitir uma nota de verdade, pequena

Antes do primeiro lote, emita uma nota real de valor baixo para um tomador conhecido. Ela confirma certificado, configuração e destino de uma vez, e um problema aqui custa um cancelamento em vez de quinhentos.

Perguntas frequentes

Dá para testar sem emitir nota de verdade?

O ambiente de homologação serve para testar o caminho técnico, mas nota de homologação não tem valor fiscal. A prova final é sempre uma nota real pequena.

Preciso de inscrição municipal?

Sim, na prefeitura onde a empresa é estabelecida. A adesão do município ao padrão nacional não substitui o cadastro do prestador.

Quanto tempo leva para começar a emitir?

Com certificado em mãos e dados fiscais definidos, a configuração é de minutos. O que costuma alongar é obter o certificado e confirmar o enquadramento do serviço.